Mostrar mensagens com a etiqueta e agora?. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta e agora?. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Balanço destes solavancos em alto mar...




A maneira como mastiga não me irrita. Come de boca fechada, não mete os dedos no nariz, não tira lanche dos dentes e não coça as partes baixas. Porreiro, já não é mau. Mas com muita pena minha só estes itens não chegam para que a viagem se faça sem sobressaltos.

Há muita coisa nele que me cativa mas reconheço que tem de haver boa vontade de parte a parte para ajustar pequenos detalhes que não funcionam, mas estar junto é para isso mesmo, namorar serve para isso. Continuamos a tentar embora a cada dia que nasce mais me parece que estamos condenados ao fracasso. Se resultar ok, se não resultar a vida continua. Nenhum de nós tem nada a perder, não somos casados, não temos filhos, não temos contas a pagar juntos, cada um tem a sua vida, o seu trabalho e a sua casa... por isso tirando perder o amor, não há nada mais a perder.

Perco a alma. Eu pela vida fora já perdi tanto, tantas pessoas, amores que um dia amei de verdade, que seguro-me presa a uma tábua de salvação - estilhaços flutuantes de um barco em naufrágio - com um medo terrível de me afogar. E rezo ao Deus das Tormentas que me salve da intempérie, amaine a tempestade e me faça encontrar um porto seguro onde me abrigar. Estou perdida, molhada, insatisfeita, totalmente à deriva, mais insegura que nunca. Agarro-me aos destroços.

Continuo a lutar. E a afogar-me?

Voltei a pegar num, dois três cigarros depois de 6 anos sem fumar.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Que fizeste o fim de semana passado AC?



Tanta coisa que não caberia nas margens de um texto. Cantei todas as minhas músicas, olhei nos olhos, passeei, fui a sítios onde ainda não tinha ido, escorreguei no gelo, trilhei um bocadinho da minha montanha de sonho, abracei, beijei, chorei, amei o mais que pude, dei o melhor de mim, dei o que tinha e o que não tinha.

Perdi, ganhei, perdi de novo. 
Vivi, e sem medo de nada... viveria tudo de novo.



Serra de Gredos
 


Vale Glaciar - Laguna Grande gelada
Temperatura -4 graus


Madrid



Madrid  - Av. do Palácio Real



Jardim do Bom Retiro- Palácio de Cristal
Madrid 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Bye Bye 2016...





2016 foi um ano duro. Começou mal com uma separação logo em Janeiro, seguiram-se 36 dias de lágrimas que não consegui conter e uma dor no peito inexplicável. Senti-me tão perdida, tão magoada. Sem saber o que fazer. Fui à neve em Fevereiro com os meus amigos e fui feliz. Viajei em Março até à Polónia e risquei da minha lista um dos meus sonhos. Os meses seguintes seguiram-se, o tempo ajudou, dizem que cura tudo, não curou. A separação deixou de existir e voltámos a juntar-nos em final de Março não tão juntos como tínhamos estado, juntos com mazelas pelo corpo todo, mas juntos. Veio o Verão e as minhas férias no Algarve e o dia 31 de Julho, o nosso dia. Ele esqueceu-se. Disse-me que se esqueceu do dia, na verdade esqueceu-se de mim. E a partir daí tudo começou a ser posto em causa. Que fazia eu presa a uma pessoa e a uma relação para a qual nunca fui mais do que isso, uma relação. E o tempo corria, as semanas passavam e tudo continuava igual. Ele cada vez mais ausente, eu mais magoada, incapaz de perdoar o esquecimento... e o resto.

Depois chegou o fim do Verão e um Setembro magnifico. Comecei a abrir janelas, portas, e a deixar entrar o sol e vida nova. Entrou o sol, entrou um amigo dum amigo, uma personagem nova na minha vida e talvez a mais complicada e difícil das que já me apareceram, mas entrou algo mais que ainda não sei bem o que será mas que inclui amor, partilha, cumplicidade e projectos a dois. Ternura e muita vida em comum. E isso é tão giro. Estou a adorar. Não tem sido fácil empacotar vida, arrumar sonhos que construí e esquecer quem tenho quase a certeza que amei, embora eu não saiba amar ninguém. Estou a esforçar-me. Depois em Outubro chegou de mansinho o : vamos namorar miúda? Não quero uma cena contigo, quero que sejas a minha namorada! Dá-me uma hipótese, não desistas já de mim. E a vida foi-se compondo, ajeitando ao ritmo de duas pessoas com vidas agitadas, manias de solteiros, turnos e fins de semana cheios.

Em Dezembro aconteceu Berlim, juntos. Foi mágico sem ser perfeito. Tive perfeita noção das muitas arestas por limar, mas repetia tudo agora mesmo, pelas gargalhadas que dei, pela vontade com que ele me faz rir, pela cara dele ao descobrir cada coisa do mundo que existe lá fora, por cada beijo dado e abraço sentido ao adormecermos os dois. E porque fui imensamente feliz.

E agora para 2017?
Quero o mesmo que pedi em 2016, e em 2015, e em 2014... e desde que me lembro de pedir desejos. Quero para mim o que quero todos os anos, todos os dias do ano. Quero ser feliz. E desde que eu seja feliz não importa se quem me faz feliz é o X man ou o matraquilho azul, ou se vou de férias para o Algarve e ainda não é este ano que vou até Nova Iorque. Eu quero é ir. Eu quero é viver. Eu quero é ser feliz com o que a vida me dá. 

E sou.

Feliz Ano Novo!

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Coisas que me ocorrem depois de uma visita a ... a parte privada da coisa.




Se eu e o matraquilho nos entendemos bem? Bora definir primeiro bem. Se definir bem é um dizer mata e o outro dizer esfola ok, foi bem. Se bem é ser gentil, atencioso, meigo, preocupado e nada egoísta o bem fica muito aquém do esperado isto se é que é justo, e possível, esperar-se alguma coisa de alguém. Coisas simples como arrastar uma mala de cabine ao longo de uma avenida com 3 km  e um quarteirão inteiro e mais uma mochila às costas sem nunca ouvir um simples, precisas de ajuda, ou deixa estar que levo um bocadinho a tua mochila são coisas que entendo como boa educação, formação, e mais merdas acabadas em ão, eu sei que essa coisa da igualdade faz do género apenas um substantivo masculino mas eu continuo a esperar que se preocupem comigo. E não abdico disso. Só isso. Vale o que vale. Na realidade não morri, estou viva e mala chegou ao destino.

Além disso o matraquilho azul tem sérios distúrbios de sono, a razão porque os tem, não sei, não faço a mínima ideia, pela razão de fazer escala e turnos não deve ser, porque eu também faço escala e turnos há muitos e bons anos e quando chego à cama adormeço que nem uma santinha, descanso bem e não tenho quaisquer problemas em acordar cedo. Ele para dormir é um tango, são três da manhã, quatro, cinco e não dorme, aliás nunca consegui adormecer antes das 4 da manhã, já para acordar, o despertador dele do telemóvel é uma sirene de uma fábrica mas mais parece um aviso de ataque aéreo e mesmo assim ele mal consegue levantar-se, é preciso acordá-lo, uma, duas, dez vezes e nas últimas vezes quase ao pontapé para obter resultados. Sinceramente que este facto me cansa. Não foi fácil acordar todos os dias com uma pessoa que precisa de uma bomba a explodir na cabeceira para se conseguir levantar. Não tenho mesmo pachorra para isto.

Depois a forma como lida com o stress e as adversidades. Numa viagem há sempre alguém que se atravessa numa fila, ou algum segurança no controlo que implica com alguma coisa, ou algum atraso, ou nos enganamos no sentido da linha de Metro, ou, ou... faz parte. Que seria das viagens se não houvesse no final uma boa historia para contar. Ele complica em vez de descomplicar e ferve em muito pouca agua, é preciso estar sempre a "puxar" por ele para o lado do vai correr bem, não faz mal andarmos mais 5 estações de metro, não temos pressa, estamos de férias, e que interessa se o gajo da camisa azul te passou à frente? Cansa-me estar sempre a puxar por alguém. Sempre. Sempre.

Bom e agora?
Não sei, vejo as voltas à rotunda a tornarem-se cansativas e de vez em quando já me ocorreu sair na próxima saída ou em dias mais negros saltar em andamento. Vamos ver....

Talvez um dia...




Ai a razão, ai o coração em luta constante. O que um quer o outro não quer. 

E o que eu quero? 


Eu quero ser feliz. Faço por isso, esgravato a vida todos os dias a lutar por isso. E quando penso que tenho o coração duro e fechado a sete chaves, vem a razão e estraga tudo, e quando tenho a razão alinhada e no bom caminho do bom senso, o coração ri-se e desfaz tudo num segundo.

Talvez um dia aprenda a amar com a razão, não foi ontem, não foi ainda hoje.

Talvez um dia aprenda à força.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Desatar nós...




Quando a vida te doer,
canta, canta, canta!

Quem precisa de saber que tens um nó na garganta?


Fernanda de Castro



Eu desde mil novecentos e troca o passo a desatar nós. Nós embaraçados de vida, vida aos nós, nós cegos sem desenlace e cheios de desencanto que desato a custo, nós de travagem que impedem que a vida flua e nós corredios sem a mínima noção de direcção e sentido. Dedos feridos. Coração dorido. Que faço comigo? E contigo? 

E nós? Enleados em tantos nós.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Upss cortei-me...




Anda uma rapariga à cata de uma pedrinha mais bonita, mais reluzente no meio de uma amálgama de seixos e pedras roladas que possa ter algum significado especial e lhe acrescente a ela valor. Uma coisa assim em bom que lhe desperte o interesse. Encontra uma cheia de brilho, que brilha ao sol, que brilha à chuva, que reflecte o luar e a luz da manhã, acha até por dias que encontrou um diamante. Assim uma coisa extraordinária quase impossível de achar; com dureza 7 para enfrentar as dificuldades da vida, capaz de se deixar lapidar e biselar pela mão certa e apaixonada, capaz de fazer frente a tudo, e lado a lado com ela a todas as outras pedras do caminho. E na volta depois de dar uma volta completa a segurar a dita pedrinha brilhante, repara melhor... é vidro polido, daquele ordinário a quem deram uma esfregadela para ficar brilhante, coisa para não ter qualidade nenhuma, nem merecer o tempo nem a capacidade da rapariga em a segurar. Tanto brilho, e afinal não passa de um calhauzinho com dois olhos.. e dois pés...

Deixa-a cair. Outra mão voltará para a segurar.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Como culpar o vento pela desordem feita, se fui eu que esqueci as janelas abertas? (frase retirada da Internet)





Gostei de ti quando me apresentaste o teu livro de poemas publicados e construíste um poema para mim. Gostei de ti quando li, sorvi o teu livro ainda por publicar e acabar. Gostei mais de ti ainda quando deitaste por terra o mito parvo, que letras, sensibilidade e farda de autoridade não combinam. Gostei de ti quando me apresentaste a neve e os Alpes e me deixaste adormecer todos os dias nos teus braços num abraço. Gostei de ti quando adormecíamos todos os dias com sexo e despertávamos de manhã já com fome um do outro. Gostei de ti quando dançámos em coreografias desenhadas e voei em piruetas pela sala. Gostei de ti quando conheci o primeiro homem que adora dançar. Gostei de ti quando me levaste pela primeira vez ao futebol. Gostei de ti quando me conduziste pelas estradas que não existiam à descoberta dos Açores. Gostei de ti quando nos rimos lado a lado a andar de baloiço. Gostei muito mais de ti quando o meu prazer era muito mais importante que o teu prazer e o nosso arrojo e audácia desafiavam regras. Gostei de ti quando te preocupavas em saber se eu descansava, se comia, se estava bem e era feliz. Gostei demasiado de ti quando esperei que o dia que era nosso fosse mesmo nosso.

O que gostei em ti, procuro e não encontro. Perdeu-se algures. 
Gostei de ti. Agora já não gosto.


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Pelos píncaros dos céus...




É pá isto vai para aqui um fervilhar de ideias, de aventuras, sonhos para concretizar que nem sei que para lado me virar. Arrisco ou não? Mergulho de cabeça ou deixo passar esta carruagem? Vejo a vida passar ou desço daqui do alto tipo Kamikaze? 

Apenas duas coisas podem acontecer. Ou corre muito bem, ou corre mesmo muito mal. E agora? Pela primeira vez estou aqui neste limbo da indecisão sem saber ainda muito bem o que quero, mas já a saber muito bem o que não quero. O que por acaso é uma grande ajuda.

 Aqui não há meio termo. Ou é ou não é.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Férias de Verão...






Verão à porta. Durante uns dias estarei por parte incerta à procura do meu Verão. Mergulhada nele. Apostada em ser feliz. Hasteada a bandeira de que consigo sempre o que é melhor para mim. Basta eu querer. A tentar encontrar-me também. À procura dos pedaços do meu eu que fui deixando cair algures por aí, agarrados ao corpo e aos lugares que não eram os meus. Nem nunca serão.
Vocês não me verão.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

terça-feira, 29 de março de 2016

Nunca...





... até que um dia
já não terá sentido o amanhã.

Aqui é assim.
Sabem como se diz "nunca" na gíria do campo?
Morgen Früh, amanhã de manhã.

Se isto é um Homem - Primo Levi


O nunca e o sempre são as palavras mais mentirosas do dicionário. O nunca é sempre relativo, e o sempre nunca é para sempre. 

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Morte do amor...


O amor morre quase sempre de doença prolongada. Agonia extrema depois de meses de dura tentativa de sobrevivência. Mata-o a própria vida, a rotina, a falta de tempo, a ausência de cumplicidade, as escolhas, o desamor dos abraços que não chegam. Lutamos por ele, alimentamos-lhe o sonho, evitamos que morra até finalmente sentir o sopro do último suspiro e encarar a dura verdade. Já não há nada, nem amor. Morrer um amor é morrer parte de nós, admitir que o nosso melhor e a nossa boa vontade e esforço não foram suficientes para o salvar. Falhámos redondamente. Ninguém espera nunca falhar. Ninguém quer a morte de um amor. 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

É só uma torrada miúda...


Percebes que algo não está bem quando vais ao bar logo de manhã, pedes uma torrada, esperas calmamente por ela em frente ao galão e quando finalmente ao longe vislumbras um prato com uma torrada maravilhosa e estendes a mão para o segurar, o empregado diz que não é a tua, entrega-a a outra pessoa e afirma convicto que tens que esperar. No mesmo instante os teus olhos enchem-se de lágrimas e tu fazes um esforço hercúleo para não chorar.

Porra é só uma torrada. Não confundir com porrada. A porrada é que faz chorar.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Choque frontal.




Confesso que entre o caminho certo e o errado escolho sempre o errado para mim. Vá se lá saber porquê. Nunca percebi. Deve ser um problema de direcção desalinhada, ou malware do gps, coordenadas erradas, ler o mapa de pernas para o ar... Vou pelo caminho escolhido, pressinto o perigo, sinto a toda a hora o enorme risco, o frio do medo, mas vou sempre acreditando que o melhor está para vir, que até lá a estrada muda de contornos, atenua as curvas, o piso torna-se menos inclinado, o estômago desfaz o enjoo. Sou uma optimista sonhadora é o que é. Já que por experiência própria nada é o que é. Ando para aqui há semanas sem encontrar uma estrada de jeito que me leve de novo ao meu destino. Corrijo a rota depois do choque frontal. Sobrevivi, já não é mau. Trato das feridas.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Next...


Tentativa e erro. Falhar e falhar outra vez sem medo de repetir fracassos. Dói, ah pois dói. Dói como a porra, mas não há como ser feliz sem insistir naquilo que nos faz feliz e essa é a única certeza que tenho. Arriscar tudo com a hipótese de perder, esmifrar o corpinho a lutar sem nunca deixar de pensar que no final bater com as trombas no chão e foder as beiças pode muito bem ser o cenário provável, e mesmo assim esgravatar com unhas e dentes até ao limite do impossível para que a vida faça acontecer.Fica a sensação boa de luta contra o poder paralisante e absorvente do medo. A imensa força que é minha. Dever cumprido. Next...

Na vida são as coisas erradas que nos fazem a vida parecer certa.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Comi calhaus ao almoço. Comi calhaus ao jantar... ai o raio dos calhaus já me estão a enfartar.





A vida serviu-me pedras. Não uma sopa de pedra. Não os costumeiros limões que isso para mim é para meninos, habituada que estou a eles e a emborcar limonada azeda de penalty. Nhaaa... A vida esmerou-se. Banqueteou-me com um refinado prato de pedregulhos, cheios de terra, de paus, de palhas, de merda e de lama. E disse-me: Come! Reagi de imediato. Rebelde como sou - respondi altiva - Não como. Não como essa merda! E atirei com o prato para longe.

Chorei, arrepelei-me, chorei mais baba e ranho e a vida impávida manteve a escolha. Come! - Não como! Vou dar a volta a isto, dou sempre a volta a tudo, vou fechar os olhos e transformar a merda dos calhaus em sonhos, em estrelas a brilhar, em gargalhadas. Come! - Disse a vida. Não há mais nada. E enquanto não comeres isto, não há gargalhadas, nem flocos de neve, nem abraços quentes, nem beijos de ir ao céu, nem fins de tarde em esplanadas. - Não como! Já disse que não como essa merda. E estivemos assim à luta durante dias, se calhar meses, a mim pareceu-me uma vida. O prato de pedregulhos sempre que eu olhava lá estava parado à minha espera.

Não há volta a dar. Não há saída possível. Não há como adiar ou fugir. Percebi finalmente e com muita dor que não há alternativa às pedras. Timidamente, envergonhada, soprando de raiva, com as lágrimas a caírem a quatro trinquei a primeira pedra. Mastiguei, mastiguei, e a vida assistiu divertida. Acrescentou: Vês, quando eu digo que comes, comes mesmo. Já sabes o que te espera.

As pedras ainda aqui andam. Não vão para baixo de maneira nenhuma. Já as empurrei com ânimo, com a minha irredutível vontade de ser feliz, acrescentei-lhes alguns sonhos a realizar, uma semana na neve agora em Fevereiro, uma viagem à Polónia daqui a uns meses, uma semana de trekking com a malta das caminhadas no Gerês mas o prato está cheio delas e continua lá à minha espera.

Não sei como dar a volta àquilo.